Aconteceu na Abesi – Reunião 11/08

No último dia 11 de Agosto, convidados e associados da ABESI se reuniram para discutir temas importantes sobre o mercado de sistema de impressão.

A reunião foi precedida com informações sobre a ABESI, objetivos e benefícios a futuros associados e na sequência, Sr. Helvécio Dimas Pereira, apresentou uma proposta de Formação do Ricoh Dealer aos participantes e Resumo do evento da BTA em Kansas City;

Também foi discutido tópicos para Integração da Comunidade de Revendas, sugestão da Política Nacional de Revendas, e apresentação de novos fabricantes e distribuidores.

O evento foi finalizado com a palavra do Presidente da ABESI, Sr. Helvécio Pereira que vem a frente deste projeto buscando cada vez mais a união das empresas de sistemas de impressão no Brasil.

A Abesi agradece as empresas Ricoh Brasil por nos agraciar com o patrocínio do almoço, e a empresa Clover Imaging com coffee break.

Agradecemos por se juntar a nós da ABESI, nesse projeto de unir forças e galgar conquistas para o nosso mercado.

Confira as fotos do evento!

Participaram do evento as empresas:

  • Copyline
  • Copyuai
  • Clover Imaging
  • Digital Jundiaí
  • Distrivisa
  • Entel
  • Low Cost
  • Netcop Technology
  • Ricohpel
  • Print e Copy
  • Printmac
  • Qualycopy
  • Soffner Tecnologia
  • SW Sistemas Imp.
  • Tyes
  • X-Bramar Soluções

 

Evento em comemoração ao Nonagésimo Aniversário da BTA

Este é o evento “imperdível” para as empresas de Tecnologia de Impressão – Conferência Nacional de 2016 da BTA, que acontecerá entre os dias 08 e 10 de junho em Kansas City, Missouri, sede da Associação de Tecnologia de Negócios desde 1985.

Patrocinado pela equipe da BTA Mid-America, o evento é projetado especificamente para o revendedor independente, com uma formação educacional cuidadosamente elaborada e quase cinquenta patrocinadores expositores. Além disso, haverá oportunidades de networking, incluindo uma noite no Museu Nacional do Memorial da Primeira Guerra Mundial.

A ABESI estará representada neste evento pelo seu Diretor de Estratégia, Marcos Eland.

A programação também inclui um evento muito especial na sexta-feira, 10 de junho, na Union Station Kansas City.

Esta é mais uma oportunidade para aprender com os líderes da indústria, ver os mais recentes produtos e serviços dos expositores, networking com nossos pares dos EUA e celebrar o 90º aniversário da BTA em grande estilo.

Kansas City vai nos deixar mais informado, revigorado e inspirado para novas oportunidades de negócio.

Aconteceu na Abesi – Reunião 06/04

No último dia 06 de abril, convidados e associados da ABESI se reuniram para discutir temas importantes sobre o mercado de sistema de impressão.

A reunião foi precedida com informações sobre a ABESI, objetivos e benefícios a futuros associados e na sequência, Sr. Marcos Eland, apresentou um panorama do Mercado de Impressão nos Estados Unidos para os participantes.

Também foi discutido tópicos para um futuro seminário aos membros da ABESI com o intuito de instruir e nivelar a qualidade das operações das empresas do setor.

O evento foi finalizado com a palavra do Presidente da ABESI, Sr. Helvécio Pereira que vem a frente deste projeto buscando cada vez mais a união das empresas de sistemas de impressão no Brasil.

Confira as fotos do evento!

 

 

Participaram do evento as empresas:

  • Copiar Tecnologia
  • Copy Gerais
  • Copyline
  • Copyuai
  • Digital Jundiaí
  • Distrivisa
  • Entel
  • Itaprinter
  • Maq-Larem
  • Minascopy
  • Netcop Technology
  • Repros
  • Ricohpel
  • Print e Copy
  • Printmac
  • Soffner Tecnologia
  • SW
  • Tyes
  • TTG
  • Ziuleo

 

Reunião Abesi 06/04 em São Paulo

Convidamos  para  nossa reunião, que será realizada no dia 06/04, de 14h às 18h, em São Paulo, no Hotel Floresta, localizado na Rua José Gonçalves Gomide, 303 – Vila Guilherme.

Trataremos da pauta a seguir:

Apresentação da ABESI (para visitantes e prospectivos associados) – Apresentadora: Josiane

– História da ABESI
– Objetivos
– Demonstração do Site
– Benefícios de ser um associado

Visão do mercado de Impressão dos EUA – Apresentador: Marcos Eland

– Dados da Revendas
– Faturamento
– Margem de lucro
– Vendas x Serviços
– Histórico dos últimos 10 anos
– Pesquisa de coleta de dados

Overview da visita a BTA – Apresentador: Marcos Eland

– Tópicos das apresentações
– Fotos
– Convite para a celebração dos 90 anos

Futuro Seminário aos membros da ABESI – Apresentador: Marcos Eland

Temas:

– Receita: As metas adequadas, vendas e serviços, e como as mudanças ao longo do tempo devem incluir itens como hardware-as-a-service (Haas) e serviços em nuvem.

– Contratos & Expansão das Contas: Contratos geridos, expectativas de receita por contrato e de crescimento através de produtos e serviços adicionais ao longo do tempo.

– Atividade & Pipeline: metas de vendas,  duração do ciclo de vendas, as métricas para atingir as metas de receita e o modelo de negócio.

– Produtividade da equipe de vendas: medidas de produtividade para as vendas e serviços, metas com base em em contas ou seguimentos,  como mesclar vendas de produtos e serviços.

– Comissões: Quem pagar, como pagar e quando pagar, bem como os níveis de remuneração alvo e como eles se relacionam com o lucro bruto e receita.

– Rentabilidade: margem de contribuição, Metas de lucratividade e níveis operacionais para melhorar o desempenho.

– Métricas Operacionais (Núcleo NOC / Help Desk): Os principais fatores de rentabilidade de serviços gerenciados e satisfação do cliente, incluindo medidas de produtividade, métricas de disponibilidade e tempo de resposta.

– Painel de Discussões com empresários presentes – Moderador: Carlos Alberto

– Encerramento – Helvécio

 

Aguardamos a presença de todos e se quiserem convidar mais alguém, fiquem a vontade.

Att.

Diretoria ABESI

O que é o conceito de Workflow?

Caros leitores,

Tudo bem?

Hoje trataremos de Workflow, mas você sabe o que é o “tal” do Workflow?

É um nome muito difundido nas empresas, mas muitos não sabem o conceito. Por isso vamos tratar nesse e nos próximos quadros sobre o que é Workflow? Quais suas vantagens e desvantagens? Onde pode ser aplicado? E para que serve?

O “tal” do Workflow

Workflow é um termo inglês que significa “fluxo de trabalho”, na tradução para a língua portuguesa.

Conceitualmente é uma sequência de passos necessários para automatizar processos, de acordo com um conjunto de regras definidas, permitindo que possam ser transmitidos entre as pessoas.

A automação do processo de negócio identifica as várias atividades do processo, regras de procedimento e controle de dados associados para gerenciar o workflow.

O workflow representa uma relação entre tecnologia e processos de negócio, onde cada um induz uma relação com o outro, sua tecnologia faz a ligação entre a unidade de produção e o escritório, ou da tecnologia à cultura organizacional, e acaba conectando pessoas a processos na organização.

Existem programas informáticos que têm a tarefa de fazer o gerenciamento de Workflow. Esses sistemas são conhecidos como WfMS (Workflow Management Systems), e garantem que os passos que automatizam os processos ocorrem na sequência correta.

A tecnologia do workflow também atua como canal de informação, uma vez que a mesma é lida diretamente com pessoas e a sua interação nas organizações.

Um pouco sobre WFM (Workforce Management) ou WFO (Workforce Optimization)

WFM é a sigla em inglês para workforce management, ou seja, Gerenciamento de Força de Trabalho, na tradução para a língua portuguesa.

O WFM é um conjunto de processos adotados por uma empresa que garantem a otimização dos serviços de seus funcionários, departamentos e da instituição como um todo.

Normalmente, este gerenciamento é executado ou controlado pelo sistema de Recursos Humanos (RH) da empresa.

Uma das principais estratégias do WFM é observar a capacidade e habilidade específica de cada funcionário e procurar aplicá-lo em funções em que possam dar a melhor contribuição possível para a empresa. Em miúdos é pegar o que o indivíduo tem de melhor, e utilizar ao máximo isso para a organização.

Entre alguns dos principais aspectos que estão incluídos nos processos de WFM estão:

  • Administração da folha de pagamento dos funcionários;
  • Gestão de talentos;
  • Programas de formação e treinamentos dos funcionários;
  • Planejamento para crises;
  • Plano de carreira para os funcionários;
  • Controle do tempo e frequência de trabalho dos funcionários;
  • Planejamento de férias e licenças para os funcionários;

Essas características exploradas pelo gerenciamento da força de trabalho ajudam a evitar o excesso ou falta de mão de obra, mesmo por curtos períodos de tempo, evitando a queda da rentabilidade da empresa.

Atualmente, a definição de workforce management passou a evoluir para o conceito Workforce Optimization (WFO).

Alguns cuidados escolher uma solução de ECM

Há cerca de dez anos, para combater a reputação de implementações de software complexas, caras e lentas, os departamentos de TI passaram a relegar as decisões de compra de software às unidades de negócios. Porém, essas decisões aparentemente seguras resultaram em sistemas baratos na hora de comprar, mas caros e difíceis para o departamento de TI manter. Em vez de melhorar a sua imagem, isso serviu apenas para perpetuar a baixa reputação do departamento.

Agora, o departamento de TI busca contribuir conhecimentos especializados ao processo de compra para que possa tornar-se um parceiro de negócios estratégico e indispensável na avaliação de opções de tecnologia. No mercado de gestão de conteúdo empresarial (ECM), o papel do departmento de TI é especialmente importante já que a solução de ECM trabalha com informações essenciais às operações da empresa segundo requisitos complexos.

Tanto o departamento de TI quanto as unidades de negócios devem tratar ECM como um investimento da empresa, capaz de proporcionar benefícios de longo prazo e aperfeiçoamento contínuo.

Para deixar de ser um simples “fornecedor de tecnologia” e poder influenciar a maneira em que as organizações obtêm valor dos seus ativos de informação, o departamento de TI precisa enfrentar dois fatos cruciais ao avaliar os sistemas de ECM.

Veja a seguir dois aspectos importantes em que a TI pode trazer clareza quando da aquisição de ECM pela organização.

 

FORNECEDORES USAM A MESMA TERMINOLOGIA PARA DESCREVER PRODUTOS DIFERENTES.

As tecnologias de gestão de conteúdo empresarial resolvem inúmeros problemas de negócios. Como há muitos mais cenários de uso do que convenções de nomenclatura para tecnologias de ECM, é comum que os fornecedores usem termos idênticos para descrever produtos diferentes. Assim, produtos criados para resolver problemas diferentes muitas vezes têm o mesmo nome, o que torna complicado comparar fornecedores.

Vejamos o termo “fluxo de trabalho”, por exemplo. Esse termo é usado em praticamente todas as tecnologias de ECM no mercado. No entanto, embora as diferentes tecnologias tenham o mesmo nome, elas não foram projetadas para realizar as mesmas tarefas ou resolver os mesmos problemas.

A tabela abaixo mostra como esse termo, aparentemente simples, pode causar confusão.

ECM

Clique na imagem para abrir a tabela

O mesmo problema existe com outros termos de ECM, tais como “gerenciamento de documentos”, “colaboração” e “gerenciamento de registros”.

Infelizmente, os fornecedores de ECM geralmente não tornam fácil comparar os seus produtos aos produtos de outros fornecedores. Seus websites não definem claramente os problemas aos quais seus produtos se adequam melhor. Além disso, eles são tentados a forçar os seus limites e comercializar suas tecnologias como soluções para problemas que elas não foram feitas para resolver. Decifrar qual vendedor é o melhor para as suas necessidades pode ser muito difícil.

O que você pode fazer?

Toda tecnologia de ECM é criada considerando um cenário de problemas típico e um usuário final típico. Antes de começar a procurar a sua ferramenta ideal, você pode fazer o seguinte:

1. Tente entender o problema de conteúdo que afeta a sua organização. Entenda qual é o problema, por que é um problema e como ele está sendo tratado atualmente.

2. Considere as pessoas que usarão a solução. Usuários com funções diferentes usam estilos de trabalho diferentes. Escolha o sistema mais compatível com a maneira que os usuários precisam interagir com os processos e ativos de conteúdo.

3. Entenda a filosofia de ECM do fornecedor e o produto específico que ele está tentando vender. A maioria dos produtos de ECM se origina de uma de duas escolas de ECM principais:

• Autoria colaborativa e controle de versões de documentos eletrônicos modificados com frequência

• Captura, gerenciamento e processamento de ativos de conteúdo fixos, como imagens digitalizadas, formulários eletrônicos e saídas de fluxo de impressão, no contexto de processos orientados por casos ou transações.

Poucos fornecedores de ECM oferecem um produto único capaz de atender bem a ambos os cenários. O fornecedor que reconhece esse fato é o fornecedor que dará a prioridade adequada aos seus interesses. Considerando esses fatores em relação às suas necessidades e aos seus usuários, você poderá selecionar os fornecedores mais adequados.

SOLICITAÇÕES DE PROPOSTA NÃO AJUDAM A IDENTIFICAR A SOLUÇÃO DE ECM MAIS ADEQUADA.

Embora muitas organizações usem solicitações de proposta (RFP) para encontrar soluções tecnológicas para problemas de negócios, em geral as RFPs contêm uma longa lista de requisitos de recursos/funções, mas não articulam bem a natureza do problema que buscam resolver.

Além disso, vários processos de RFP mantêm os fornecedores à distância, o que torna difícil para o fornecedor fazer o levantamento necessário para propor uma solução ideal para o problema.

Por essas razões, RFPs geralmente são mais úteis para avaliar bens e serviços comoditizados, já que é simples determinar o que o produto de um fornecedor pode ou não fazer. Mas como soluções de ECM não são commodities, é aconselhável considerar outros meios para avaliá-las além da RFP tradicional ou em lugar dela.

No papel, todos parecem poder fazer o mesmo!

A verdade é que atualmente não há no mercado um fornecedor ou produto de ECM de tamanho único. Há diferenças relevantes entre os produtos e fornecedores de ECM, mas elas nem sempre são claras no papel. É possível que você perceba poucas diferenças entre as respostas de um fornecedor de ECM voltado para pequenas e médias empresas e as de um fornecedor que enfoca as 1.000 maiores empresas do mundo.

Durante o processo de seleção, reflita sobre algumas questões fundamentais:

  • Que tipo de cliente você seria para este fornecedor?
  • Você seria um cliente grande ou pequeno?
  • Você se encaixa em um dos mercados-alvo deste fornecedor ou você seria apenas uma vitória oportunista para ele?

CONCLUSÃO:

Mantendo em mente as questões analisadas aqui, o departamento de TI terá os fundamentos necessários para oferecer uma perspectiva estratégica às suas unidades de negócios. Com esse nível de contribuição, o departamento de TI deixa de ser um estorno pedindo detalhes técnicos e transforma-se em um parceiro de negócios essencial ao processo de aquisição de software.

 

 

 

Qual a diferença entre GED e ECM?

Com o aumento do conteúdo produzido por empresas nos últimos anos, GED e ECM são siglas comumente ouvidas em corporações de médio e grande porte. Ter um controle mais eficaz sobre o conhecimento corporativo tornou-se algo imprescindível. Entretanto, mesmo com essa nova cultura, é possível notar uma certa confusão com relação a conceitos: afinal, o que GED e ECM querem dizer e quais suas diferenças?

A sigla GED vem de “Gerenciamento Eletrônico de Documentos”. Seu conceito, muitas vezes, é associado exclusivamente à digitalização de documentos, porém, digitalização é apenas uma das partes que o compõe. Pode-se dizer que o GED é um sistema (ou conjunto de sistemas) para gerenciar toda propriedade intelectual da empresa que esteja em forma de documentos, sejam eles digitais ou físicos.

Já a sigla ECM, do inglês “Enterprise Content Management“, trata do gerenciamento do conhecimento de uma empresa como um todo, de modo que o que antes ficava disperso (computadores, gavetas, livros ou na cabeça das pessoas), agora possa ser controlado.

Em ambos os conceitos, é importante que sejam levados em consideração alguns pontos:
Captura – como conseguir esse documento ou conteúdo.
Armazenamento – qual a melhor forma/local para armazenamento.
Gerenciamento – controle de acesso, manipulação, visualização, versionamento, etc.
Distribuição – o conteúdo deve estar acessível a todos que dele precisem, com o menor esforço possível.
Preservação – como garantir a segurança do conteúdo.

Apesar de certa diferença conceitual, não existe uma regulamentação que defina o limite do que é GED ou ECM. Sendo assim, é comum que projetos que tinham GED como foco inicial acabem atendendo necessidades relacionadas a ECM, e vice-versa. Por conta disso, algumas definições tratam GED e ECM como sendo a mesma coisa.

Transforme seus sonhos em objetos com impressão 3D

Imprima o que imaginar!

Com uma impressora 3D, qualquer ideia se transforma em objeto.

Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda não tem uma em casa. Entusiastas garantem, no entanto, que isso vai mudar em breve: essas máquinas estão se popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. Mais do que isso: a impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo real.

O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante específicos. O foco ainda é o consumidor devido, principalmente, à capacidade de personalização dessas máquinas, mas também à sua baixa disseminação até 2012.

Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quando imprimir uma foto. É como mágica.

Confira, a seguir, como funciona uma impressora 3D e quais são suas aplicações em áreas importantes para a sociedade.

Como funciona?

Impressoras 3D montam objetos, camada por camada, a partir de pedaços de materiais, da mesma forma que as impressoras tradicionais criam imagens de pontos de tinta ou toner, mas em três dimensões.

Esse método de fabricação é chamado de aditivo, em oposição à produção subtrativa, que remove as partes de que não se precisa a partir do material bruto. A impressão 3D tem início a partir do nada: começa adicionando materiais, camada por camada, até que o item esteja pronto.

Veja, a seguir, como é o funcionamento de uma impressora 3D, passo a passo.

Crie!

Primeiro, um software de modelagem tridimensional é utilizado para desenhar o que será impresso. Como alternativa, se pode baixar um modelo já pronto.

Processe:

O computador envia as instruções para a impressora, que aquece a matéria-prima e começa a desenvolver o modelo em uma pilha muito fina de camadas.

Espere:

O tempo de impressão varia de acordo com o tamanho do produto desejado: pode levar de poucos minutos a algumas horas.

Pronto!

Quando a impressora terminar o trabalho, basta retirar o objeto da impressora.

Aplicações na sociedade:

Na área da saúde, por exemplo, são inúmeras vantagens como impressão de próteses, materiais, e até órgãos, isso levaria a redução do tempo de cirurgia, do pós-operatório e do risco de infecção em cirurgias complexas. O uso da técnica é crescente no Brasil: atualmente, é utilizada em cerca de 20% de todos os procedimentos no País. Há uma década, essa proporção não passava de 5%.

Uma startup americana quer produzir carne sintética a partir de técnica de impressão 3D com o objetivo de oferecer uma alternativa aos tradicionais filés de origem animal.

Um controverso projeto americano de criar uma cópia eletrônica de uma arma de fogo foi abandonado após a empresa fabricante da impressora 3D cancelar o aluguel da máquina.

Confira, a seguir, alguns exemplos de aplicações da tecnologia hoje em dia – e do que se pode esperar para os próximos anos.

O que já foi impresso em 3D?
– Acessórios diversos;
– Brinquedos, peças de jogos;
– Capas de celular;
– Esculturas;
– Objetos de decoração;
– Outras impressoras 3D;
– Protótipos, modelos e moldes;
– Sapatos;
– Utensílios de cozinha.

O que será impresso em breve!
– Eletrodomésticos;
– Instrumentos musicais;
– Órgãos e tecidos humanos sintéticos;
– Peças de automóveis;
– Peças de aviões.

Prós e contras
Transformar desenhos virtuais em objetos físicos está ao alcance de todos. Projetos antes somente possíveis na imaginação ou realizados apenas em ambiente virtual, portanto, próximos da ficção científica começam a surgir de forma prática e até econômica: uma tendência que deve aumentar nos próximos anos.

Desde 2007, com o fim de algumas patentes que impediam sua disseminação, a tecnologia de impressão 3D ficou mais acessível e vem sendo aplicada por consumidores e pequenas empresas. Antes de difícil acesso ao usuário doméstico, essa tecnologia foi simplificada, ficou mais barata e conquista novos adeptos diariamente.

Veja a seguir algumas das vantagens e limitações das impressoras 3D.

Vantagens:

  • Abaixo o desperdício: itens são criados usando apenas o material de que necessitam;
  • Comunidade engajada: proprietários compartilham realizações e incentivam outros a obterem o melhor desempenho possível de suas máquinas;
  • Customização: em vez da produção em massa, desenvolvimento de objetos personalizados. Não é preciso encomendar um item quando se pode criá-lo do seu jeito;
  • Inovação: caem as barreiras para a criação de novos negócios e produtos.

Limitações:

  • Complexidade: Trabalhos mais difíceis exigem máquinas mais apuradas e caras. As impressoras 3D mais comuns imprimem principalmente objetos simples;
  • Manuseio: Montar e operar uma máquina dessas exige bastante conhecimento pode se levar meses até a impressora ficar calibrada de maneira satisfatória;
  • Preço: Apesar de ter sido muito reduzido nos últimos anos, as impressoras 3D ainda saem caras para o usuário doméstico;
  • Tempo: O processo é demorado, levando cerca 45 minutos para fabricar um objeto do tamanho de um ovo, e algumas horas para itens maiores.
  • Variedade: Esses periféricos ainda imprimem principalmente com plástico, apesar de a diversidade de materiais compatíveis estarem aumentando.

Site ABESI inaugurado

É com muito orgulho que inauguramos o site da ABESI, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas de Impressão. A ferramenta chega para fortalecer nossas atividades e divulgar o trabalho realizado em prol do setor.

Fundada em 17 de julho de 2013, a ABESI procura congregar, promover e apoiar seus associados, representando-os publicamente na defesa de seus direitos, interesses e necessidades. Com a nova presença digital, a diretoria acredita no crescimento da Associação, a partir da possibilidade trazida pelo site de agregar conhecimento e compartilhar experiências.

Se a sua empresa comercializa equipamentos e desenvolve trabalhos para o setor de impressão em qualquer estado do Brasil, venha integrar nossa base de associados e debater os temas mais relevantes para a atividade, como as perspectivas do outsourcing, as estratégias de mercado, dentre muitos outros.

O site incentiva a promoção de alianças estratégicas, criando uma rede interativa para fomentar o desenvolvimento do mercado de impressão.

Está aberto o caminho para grandes conquistas. E você pode fazer parte delas.

Seja bem vindo ao nosso site!

Diretoria ABESI